A pandemia causada pelo coronavírus obrigou os brasileiros a reverem a sua rotina diária. Devido às restrições impostas, muitos hábitos foram completamente modificados, principalmente para as crianças que passaram a ficar mais tempo em casa, reduzindo o contato social. Além disso, essas crianças passaram a ter, mas facilmente, acesso à comida. E, ao permanecerem mais tempo em casa, muitas pessoas passaram, também, a negligenciar a higiene bucal.

Falar de lavar as mãos ou lambuzá-las de álcool em 2021 soa, como nunca, chover no molhado. Mas como não retornar ao óbvio? “A segunda onda” é como tem sido denominado o crescimento das curvas de transmissão, no Brasil e no mundo. Além da conhecida disseminação por gotículas contaminadas de secreções da orofaringe, é possível a transmissão por aerossóis, pelo contato com superfícies contaminadas (até então, acredita-se que o vírus possa

Falar de lavar as mãos ou lambuzá-las de álcool em 2021 soa, como nunca, chover no molhado. Mas como não retornar ao óbvio? “A segunda onda” é como tem sido denominado o crescimento das curvas de transmissão, no Brasil e no mundo. Além da conhecida disseminação por gotículas contaminadas de secreções da orofaringe, é possível a transmissão por aerossóis, pelo contato com superfícies contaminadas (até então, acredita-se que o vírus possa

Há pouco mais de um ano o mundo começava a experimentar os efeitos da pandemia do novo coronavírus. No dia 02 de junho de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista contendo 133 pesquisas de imunizantes contra a COVID-19. Segundo este mesmo documento, dentre essas pesquisas, apenas 10 estavam em estado avançado (fase de testes clínicos em humanos). Hoje, após um ano da corrida em busca de